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Tem mais estudos sobre calvície masculina do que sobre endometriose.

  • Foto do escritor: Fernanda Costa
    Fernanda Costa
  • 12 de abr. de 2025
  • 1 min de leitura

Atualizado: 14 de ago. de 2025


Sim, você leu certo.


Mesmo afetando 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva, a endometriose ainda permanece invisível para muita gente. São 6 a 8 milhões apenas no Brasil, e o diagnóstico pode demorar 7 a 10 anos.

Enquanto isso, a calvície masculina — uma condição estética sem incapacidades reais — continua recebendo mais atenção científica e financiamento.


Por quê?

A resposta é dura, mas objetiva:

O corpo feminino ainda é visto como algo a ser silenciado, “administrado”… e não verdadeiramente compreendido.

A dor feminina é tratada como normal, exagero ou algo que a mulher “deve aguentar” — mesmo quando incapacita. Cólica intensa, dor pélvica crônica, dificuldade para engravidar — tudo é muitas vezes descartado como “normal.


A consequência?

Mulheres vivem com dores diárias, infertilidade, diagnósticos tardios, tratamentos inadequados… e tudo isso em silêncio.


Isso não é só sobre saúde — é sobre escuta, escolha e prioridade.


A Disá nasceu para devolver às mulheres o direito de viver com atenção integral. Para dar nome ao que se sente. Para não aceitar menos do que merecemos.


É por isso que hoje queremos conversar com você. Queremos questionar essa “normalidade” imposta. E, acima de tudo, reforçar que autocuidado é um primeiro gesto revolucionário.


Queremos perguntar:

Você já teve sua dor desacreditada?Já sentiu que precisava explicar demais para ser vista e ouvida?

Aqui o espaço é seu. 🤎


 
 
 

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